São em tempos de truculência
Que a poesia é mais necessária
É preciso amaciar
Pela noite
As durezas
Enfrentadas no dia
Há que sorrir
Apreciar a beleza da vida
Tomar banho de mar
E cerveja gelada
Cantar com os amigos
Dividir uma boa comida
Ouvir música alegre
Em tempos de truculência
Ser feliz
É um ato de resistência
(Cienfuegos, out/18)
"Eu meio que escrevo no meio do dia, pra não ficar no meio de um beco sem saída. Nem em cima do muro que divide o mundo. Meio que escrevo quando não tenho outro meio de mudar o meu meio. Meio que escrevo pra não ser só um meio de mim!" Em forma de versos e prosas, pequenos fragmentos de existência por Déborah Amaral
domingo, 14 de abril de 2019
sábado, 6 de abril de 2019
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