El Che Não foi uma ilusão Nem virou so uma estampa Na camiseta da Luana Piovani El Che fez guerrilha e poesia Medicou os feridos de guerra E de miséria Fez da pistola seu bisturi Pra intervenção cirúrgica No corpo doente dos países oprimidos El Che alimentou a sua raiva Pra não se acostumar Com o que estava errado Mas lia Neruda para sua amada Pra não se desacostumar De ver a beleza nos intervalos do furor El Che nos ensina Que todo homem bom Ja é um pouco revolucionário Quando mataram El Che Houve festa na Casa Branca E choro em casebres cubanos Mas quando mataram El Che Seus olhos não se fecharam De olhos abertos Ele continua abrir caminhos El Che não é um homem morto El Che é o espírito Que me inspira A me tornar latinoamericana
"Eu meio que escrevo no meio do dia, pra não ficar no meio de um beco sem saída. Nem em cima do muro que divide o mundo. Meio que escrevo quando não tenho outro meio de mudar o meu meio. Meio que escrevo pra não ser só um meio de mim!" Em forma de versos e prosas, pequenos fragmentos de existência por Déborah Amaral
sábado, 15 de diciembre de 2018
El Che
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